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MORADA

[...] Partimos, partimos, partimos... voltamos pra casa por um tempo para partir em paz de novo [...]

Bagunçando os álbuns da família me deparei com uma foto, nela tinha meu primo na frente da minha casa em meados de 1999, a foto me afetou de uma forma muito profunda e percebi que nela, assim como outras da época havia uma atmosfera muito forte de poesia, a mais simples e pura, a partir desse momento comecei a compor sobre as fotos e em pouco tempo eu já tinha em mãos “MORADA”.

Gravado totalmente em casa com conhecimentos mínimos de gravação. Tudo o que eu queria, sons externos, chuva, criançada na rua caíram como uma luva na proposta que eu queria, espero que este te leve aos momentos que guardo dentro do peito, que sinta os sabores da vida, que se sinta acolhido!

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